Plenário do Senado: 54 das 81 cadeiras serão renovadas na eleição do ano que vem. (Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado)

Daqui a um ano, os paranaenses renovarão duas das três cadeiras do estado no Senado − serão eleitos novos ocupantes para as vagas de Gleisi Hoffmann (PT) e Roberto Requião (PMDB). O cenário, porém, é repleto de incertezas. Em primeiro lugar, pelo próprio sistema eleitoral em si. A tendência é que os eleitores se concentrem nos dois cargos ao Executivo que estarão em disputa, à Presidência da República e ao governo estadual, e de certa forma ignorem a escolha ao Senado. Na verdade, as escolhas. Ter de votar duas vezes para senador mais confunde que esclarece a cabeça da população, sobretudo em meio a seis votos de uma vez: presidente, governador, dois senadores, deputado federal e deputado estadual.

Soma-se a isso a incógnita em torno de quais serão os candidatos. O sonho de consumo de vários partidos é lançar o procurador Deltan Dallagnol, responsável pela força-tarefa da Lava Jato, de olho no discurso anticorrupção. Além disso, a candidatura do governador Beto Richa (PSDB) segue cercada de mistério. Hoje, aliados dizem que ele está mais propenso a não participar do pleito.

 

Veja quem são os pré-candidatos ao Senado pelo Paraná em 2018:

 

FONTE: GAZETA DO POVO

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