Prisão foi em Londrina. Jovem seria amigo de parentes do traficante “Cabeça Branca”.

Traficante Luiz Carlos da Rocha, o “Cabeça Branca” fez plásticas e utilizava documentos falsos – Divulgação PF

A Polícia Federal cumpriu na manhã desta segunda-feira (20), a prisão temporária de um suspeito de estar acessando informações referentes à prisão do maior traficante da América do Sul e era o número 1 da lista de procurados da PF. Segundo as investigações, o ex-estagiário estaria utilizando senha disponibilizada exclusiva e restritamente para o trabalho na Vara Federal Previdenciária com a finalidade de acessar ilegal e irregularmente o processo criminal referente à Operação SPECTRUM. Dois mandados de busca e apreensão foram também cumpridos na cidade de Londrina-PR.

A Operação SPECTRUM se iniciou com a prisão de Luiz Carlos da Rocha, vulgo “CABEÇA BRANCA”, que era considerado o maior traficante da América do Sul. As informações fornecidas pela 23ª Vara Federal de Curitiba traziam detalhes dos números dos inquéritos policiais utilizados pelo ex-estagiário para acessar o processo criminal da Operação SPECTRUM, sendo que após quebra de sigilo telemático determinado pela Justiça, a pedido da Polícia Federal, foi possível identificar os acessos ilegais e irregulares ao processo criminal feito em outros Estados da Federação e até mesmo em solo paraguaio.

Segundo a PF, o estagiário possui relacionamento direto e íntimo com parentes ligados ao CABEÇA BRANCA.

A quebra de sigilo permitiu ainda identificar os usuários dos inquéritos policiais no exato momento de acesso ao processo criminal, os quais já foram identificados e serão ouvidos durante o inquérito policial instaurado para apurar os fatos. O nome da operação policial – Operação Controle – é uma referência direta de que tanto a Polícia Federal como a Justiça Federal e o Ministério Público Federal têm total controle sobre seus procedimentos e a senha fornecida a estagiários é integralmente monitorada.

Fonte: Banda B

 

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