A vida do cabo Gulhinski nunca mais foi a mesma depois do dia 10 de junho de 2018. O policial havia saído do trabalho, em Curitiba, e se dirigia à rodoviária para retornar à casa dele, em Palmeira, quando avistou os suspeitos que saiam de um assalto e seguiam na contramão, em um carro Renault Duster. Gulhinski foi atingido com quatro disparos e depois atropelado, entrando em parada cardiorrespiratória. Ele teve graves sequelas devido ao que aconteceu e, agora, a família está pedindo ajuda para fazer um tratamento alternativo.

Na época dos fatos, o policial foi atendido, primeiramente, por uma equipe do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e foi dado como morto. Posteriormente, foi socorrido por uma equipe do Siate (Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência), a qual não mediu esforços na tentativa de reanimar o cabo.

Internado em estado gravíssimo, Gulhinski permaneceu seis meses no hospital. No dia 26 de novembro de 2018 o policial retornou para casa, porém, com sequelas neurológicas graves devido a falta de oxigênio no cérebro.

Desde então, a família tem buscado terapias alternativas que possam trazer algum tipo de melhora ao policial. Ocorre que, todas essas terapias tem um custo alto. Uma das principais que realiza é a neuromodulação, com idas semanais até Curitiba para as sessões.

Com esse tratamento, a família garante que o quadro clínico de Gulhinski vem melhorando significativamente, reagindo mais aos estímulos.

O caso

O policial foi baleado e atropelado na Avenida Silvia Jardim, no Centro de Curitiba, ao lado da Rodoviária. Os atiradores estavam com um carro roubado e tinham assaltado um posto de combustível no Centro de Curitiba e fugiram com dinheiro e produtos da loja de conveniência.

Segundo informações oficiais, o policial teria tentado abordar os ocupantes e foi atingido com os disparos. Assim que o policial caiu no chão, o motorista da Duster ainda passou por cima dele, o atropelando. Antes de fugirem, os criminosos levaram a arma do policial.

Ajuda

Apesar de toda ajuda, essas terapias alternativas ainda não são cobertas pela Polícia Militar e Estado. Sendo assim, familiares e amigos pedem ajuda para que esse tratamento não seja interrompido.

Fonte:Banda B

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