Sem buracos no asfalto ou ruas estreitas de chão batido, a paisagem urbana vai se transformando e agregando valor no Interior do Paraná. A população ganha conforto e saúde com mais serviços públicos disponíveis.

A parceria entre o Estado e o município de Santa Cruz de Monte Castelo evitou um desastre ambiental de grandes proporções. Uma voçoroca tomou conta do principal emissário da cidade e provocou uma depressão com onze metros de profundidade. Além da iminência de um desastre que colocaria mais de 100 famílias em risco, valores investidos em asfalto seriam levados pela água da chuva, sem a execução das obras.

A obra tem um custo elevado e a Prefeitura não tinha recursos para arcar sozinha. Estão sendo usados quase 300 tubos e ampliando o canal fechado. Com as obras, o prefeito Francisco Antônio Boni está levando o asfalto para ruas e avenidas. “Se não viesse o socorro do Estado a erosão teria chegado ao centro da cidade”, disse o prefeito.

Tuneiras do Oeste também foi socorrida pelo programa com quase cinco mil tubos doados pelo Instituto Água e Terra. Com a abertura das valas e assentamento dos tubos, o prefeito Taketoshi Sakuraba eliminou o alagamento na cidade, em especial, do terreno onde está sendo construída uma escola para mais de 500 alunos das redes municipal e estadual.

“Uma obra de custo elevado que só foi possível com apoio da Secretaria de Desenvolvimento Sustentável e do Turismo”, disse o prefeito. “Estamos abrindo novas avenidas e finalizando a obra da escola que fica num terreno onde desaguava toda a água da chuva”.

Em Pérola, a cidade cresceu e não tinha um sistema de galeria eficiente. Foram instalados mais de dois quilômetros de tubos em uma avenida – obra em execução – que dá acesso ao Distrito de Pindorama e ao Município de Altônia.

Darlan Scalco, prefeito da cidade, falou sobre o papel fundamental do Estado, desempenhado pelo Governado Ratinho Junior. “Quando o Governo de Estado é presente, as coisas acontecem”, disse. “É um trabalho do secretário Márcio Nunes que está transformando Pérola”.

Com loteamentos antigos iniciados sem a infraestrutura necessária, a prefeita Maria Helena Rodrigues, de Cruzeiro do Oeste, precisou de cerca de quase 4 mil metros de galerias. O Jardim das Flores é um desses loteamentos que começou de forma inversa, com a construção das casas sem a infraestrutura necessária.

De acordo com a chefe do Executivo, em decorrência das enchentes, as edificações apresentavam rachaduras e as pessoas não conseguiam sair de casa em dia de chuva. “Para resolver o problema de drenagem, precisávamos da parceria do Governo do Estado. Isso veio com a ajuda do secretário Márcio Nunes”, acrescenta.

DEIXE SEU COMENTÁRIO

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo impróprio ou ilegal, denuncie.