segunda-feira, 24 janeiro 2022
UMUARAMA/PR

Julgamento dos acusados da morte de agente penitenciário de Catanduvas segue no terceiro dia

Julgamento dos acusados da morte de agente penitenciário de Catanduvas segue no terceiro dia

Alex Belarmino de Souza tinha 36 anos quando foi assassinado. Segundo as investigações da Polícia Federal (PF), o agente penitenciário federal foi morto em uma emboscada e recebeu 23 tiros.

Teve início na segunda-feira (13), o Tribunal do Júri dos acusados da morte do agente penitenciário Alex Belarmino de Souza, assassinado em 2016, em Cascavel. Os trabalhos tiveram início às 9 horas da manhã com a escolha dos sete (07) jurados que irão compor o conselho de sentença. Ao todo são 14 denunciados, mas somente sete (07) serão julgados no momento, sendo ouvidos de forma virtual. Quem preside o caso é o juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba.

Após a escolha dos jurados, composto por duas (02) mulheres e cinco (05) homens, o juízo realizou a instrução do caso. Os jurados receberam cópias das principais peças do processo. Na sequência, deu-se início à oitiva das testemunhas de acusação. A primeira que foi ouvida foi o delegado que conduziu o caso em Cascavel, seguido de um agente penitenciário.

No segundo dia dos trabalhos, foram ouvidas quatorze (14) testemunhas do caso Belarmino. Neste terceiro dia de julgamento, teve início o interrogatório dos réus. Neste terceiro dia de julgamento, foram interrogados os réus Maicon de Araujo Rufino, Hugo Aparecido da Silva, Alessandro Pereira de Souza e Andre Demiciano Messias. (até o momento da publicação)

O corregedor Regional da Justiça Federal da 4ª Região, desembargador Federal Cândido Alfredo Silva Leal Júnior, e o diretor do Foro da Seção Judiciária do Paraná, José Antonio Savaris, estiveram presentes na sessão de julgamento e ressaltaram a importância do Tribunal do Júri como mecanismo do exercício da cidadania e de fundamental importância para a sociedade.

Resumo do caso

Alex Belarmino de Souza tinha 36 anos quando foi assassinado. Segundo as investigações da Polícia Federal (PF), o agente penitenciário federal foi morto em uma emboscada e recebeu 23 tiros. De acordo com o inquérito aberto para investigar o caso, o agente teve sua morte encomendada por integrantes de uma facção criminosa que atua dentro e fora de presídios.

O processo foi inicialmente desmembrado por ter recursos de quatro (04) réus pendentes nos Tribunais superiores, e novamente desmembrado para racionalizar as sessões de julgamento. A ação penal, que inicialmente tramitou na 4ª Vara Federal de Cascavel, teve decisão de pronúncia em abril de 2018, seguindo para o Tribunal Regional Federal da 4ª Região. Preclusa a decisão de pronúncia, após pedido do magistrado de Cascavel, foi determinada a realização do Tribunal do Júri perante a Subseção Judiciária de Curitiba, em razão da comoção causada pelo crime.

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